FILME AUTOMOTIVO
Segurança e beleza para o seu carro

Linha Automotiva

As películas de controle solar tiveram seu uso autorizado pelo Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN em 1998, dez meses após o início da vigência do novo Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97). Liberadas atualmente pela Resolução 254/07 para aplicação em automóveis, as Películas Insulglass® trazem vários benefícios para você e seu veículo.

Disponível em vários tipos, tonalidades e cores, o Insulglass® pode:

Diminuir o esforço ocular aplicado ao dirigir: Enquanto você dirige diurnamente, principalmente contra o sol, os olhos se cansam, deixando você abatido e sonolento. Além disso, dirigir com a luz muito forte no olho e com aquele calor no braço é incômodo e causa ardência. Acabe com o sofrimento usando películas fornecidas pela Polibrako.

Dá mais segurança: Quando se está dirigindo, fragmentos de pedra e areia podem estilhaçar o vidro do carro. A película de controle solar, mesmo da linha econômica, segura o vidro que, mesmo rachando, fica preso à película, evitando acidentes.

Conserva novo o interior do carro: Com os raios ultravioletas entrando pelo seu vidro, o painel e o estofado tornam-se presas fáceis ao desgaste. A película é uma grande aliada na batalha contra os raios solares, pois protege o interior do carro contra o desgaste natural.

Torna o carro um ambiente agradável: Quando o carro fica muito tempo no sol, esquenta demais por dentro. Mas não se tiver a película de controle solar. Ela evita que o calor passe pelos vidros, deixando sempre um ambiente agradável.

Reduz a utilização de ar condicionado: Uma vez que se usa ar condicionado, o carro gasta mais combustível. Mas com a película seu carro ficará bem mais protegido, reduzindo o consumo de combustível, deixando-o mais potente.

Películas liberadas!
Confira a legislação que liberou a instalação em carros

RESOLUÇÃO N.º 254, DE 26 DE OUTUBRO DE 2007

Estabelece requisitos para os vidros de segurança e critérios para aplicação de inscrições, pictogramas e películas nas áreas envidraçadas dos veículos automotores, de acordo com o inciso III, do artigo 111 do Código de Trânsito Brasileiro – CTB

O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO - CONTRAN, usando das atribuições que lhe foram conferidas pelo inciso I, do art. 12, da Lei n° 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro, e conforme o Decreto n° 4.711, de 29 de maio de 2003, que dispõe sobre a Coordenação do Sistema Nacional de Trânsito, e

Considerando a necessidade de regulamentar o uso dos vidros de segurança e definir parâmetros que possibilitem atribuir deveres e responsabilidades aos fabricantes e/ou a seus representantes, através de fixação de requisitos mínimos de segurança na fabricação desses componentes de veículos, para serem admitidos em circulação nas vias públicas nacionais;

Considerando a necessidade de aperfeiçoar e atualizar os requisitos de segurança para os veículos automotores nacionais e importados;

Considerando a necessidade de estabelecer os mesmos requisitos de segurança para vidros de segurança dotados ou não de películas, resolve:

Art. 1º Os veículos automotores, os reboques e semi-reboques deverão sair de fábrica com as suas partes envidraçadas equipadas com vidros de segurança que atendam aos termos desta Resolução e aos requisitos estabelecidos na NBR 9491 e suas normas complementares.

§1º Esta exigência se aplica também aos vidros destinados a reposição.

Art. 2º Para circulação nas vias públicas do território nacional é obrigatório o uso de vidro de segurança laminado no pára-brisa de todos os veículos a serem admitidos e de vidro de segurança temperado, uniformemente protendido, ou laminado, nas demais partes envidraçadas.

Art. 3º A transmissão luminosa não poderá ser inferior a 75% para os vidros incolores dos pára-brisas e 70% para os pára-brisas coloridos e demais vidros indispensáveis à dirigibilidade do veículo.

§ 1º Ficam excluídos dos limites fixados no caput deste artigo os vidros que não interferem nas áreas envidraçadas indispensáveis à dirigibilidade do veículo. Para estes vidros, a transparência não poderá ser inferior a 28%.

§ 2º Consideram-se áreas envidraçadas indispensáveis à dirigibilidade do veículo, conforme ilustrado no anexo desta resolução:

I - a área do pára-brisa, excluindo a faixa periférica de serigrafia destinada a dar acabamento ao vidro e à área ocupada pela banda degrade, caso existente, conforme estabelece a NBR 9491;

II – as áreas envidraçadas situadas nas laterais dianteiras do veículo, respeitando o campo de visão do condutor.

§ 3º Aplica-se ao vidro de segurança traseiro (vigia) o disposto no parágrafo primeiro, desde que o veículo esteja dotado de espelho retrovisor externo direito, conforme a legislação vigente.

Art. 4º Os vidros de segurança a que se refere esta Resolução, produzidos no Brasil, deverão trazer marcação indelével em local de fácil visualização contendo, no mínimo, a marca do fabricante do vidro e o símbolo de conformidade com a legislação brasileira, definido pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial – INMETRO.

Art. 5º Fica a critério do DENATRAN admitir, exclusivamente para os vidros de segurança, para efeito de comprovação do atendimento às exigências desta Resolução, os resultados de testes e ensaios obtidos por procedimentos equivalentes, realizados no exterior.

§ 1º Serão aceitos os resultados de ensaios admitidos por órgãos reconhecidos pela Comissão ou Comunidade Européia e os Estados Unidos da América, em conformidade com os procedimentos adotados por esses organismos.

§ 2º Nos casos previstos no § 1º deste artigo, a identificação da conformidade dos vidros de segurança dar-se-á, alternada ou cumulativamente, através de marcação indelével que contenha no mínimo a marca do fabricante e o símbolo de conformidade da Comissão ou da Comunidade Européia, constituídos pela letra “E” maiúscula acompanhada de um índice numérico, representando o país emitente do certificado, inseridos em um círculo, ou pela letra “e” minúscula acompanhada de um número representando o país emitente do certificado, inseridos em um retângulo e, se dos Estados Unidos da América, simbolizado pela sigla “DOT”.

Art. 6º O fabricante, o representante e o importador do veículo deverão certificar-se de que seus produtos obedecem aos preceitos estabelecidos por esta Resolução, mantendo-se em condição de comprová-los, quando solicitados pelo Departamento Nacional de Trânsito - DENATRAN.

Art. 7º A aplicação de película não refletiva nas áreas envidraçadas dos veículos automotores, definidas no art. 1°, será permitida desde que atendidas as mesmas condições de transparência para o conjunto vidro-película estabelecidas no Artigo 3° desta Resolução.

§ 1° A marca do instalador e o índice de transmissão luminosa existentes em cada conjunto vidro-película localizadas nas áreas indispensáveis à dirigibilidade serão gravados indelevelmente na película por meio de chancela, devendo ser visíveis pelos lados externos dos vidros.

Art. 8º Fica proibida a aplicação de películas refletivas nas áreas envidraçadas do veículo.

Art. 9° Fora das áreas envidraçadas indispensáveis à dirigibilidade do veículo, a aplicação de inscrições, pictogramas ou painéis decorativos de qualquer espécie será permitida, desde que o veículo possua espelhos retrovisores externos direito e esquerdo e que sejam atendidas as mesmas condições de transparência para o conjunto vidro-pictograma/inscrição estabelecidas no § 1º do art. 3º desta Resolução.

Art. 10 A verificação dos índices de transmitância luminosa estabelecidos nesta Resolução será realizada na forma regulamentada pelo CONTRAN, mediante utilização de instrumento aprovado pelo INMETRO e homologado pelo DENATRAN.

Art. 11 O disposto na presente Resolução não se aplica a máquinas agrícolas, rodoviárias e florestais e aos veículos destinados à circulação exclusivamente fora das vias públicas e nem aos veículos incompletos ou inacabados.

Art. 12 O não cumprimento do disposto nesta Resolução implicará na aplicação das penalidades previstas no inciso XVI do art. 230 do Código de Trânsito Brasileiro.

Art. 13 Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as Resoluções n.ºs 784/94, 73/98 e demais disposições em contrário.

Transparência x Transmissão Luminosa
Entenda os termos da Resolução 254/07

Transparência, translucidez e opacidade

Para a óptica, um meio pode ser classificado em transparente, translúcido ou opaco. Transparência é a qualidade de um objeto transparente, ou seja, um objeto que permite a propagação dos feixes de luz de modo regular. Um objeto visto através de um meio transparente será distinguido pelo observador. Ex: vidro ou água. Translucidez é característica dos objetos translúcidos. Os meios translúcidos também permitem a passagem de luz através de sua superfície, mas os feixes luminosos são difundidos e não permitem que se veja com nitidez através de sua superfície. Ex: vidro jateado, papel sulfite. Opacidade é característica dos objetos opacos, que são aqueles que não permitem a passagem de luz através de si. Ex: chapas de metal ou madeira.

Transmissão Luminosa

No mercado de películas de controle solar, esta medida não está relacionada com a classificação dos meios ópticos. A transmissão luminosa é a razão entre a energia que passa através de uma vidraça e a energia que incide sobre essa vidraça. Em outros termos, é uma medida da quantidade de luz solar visível que se percebe através do vidro.

Interpretando a Legislação

Durante a vigência da antiga Resolução 73/98, que regulava a aposição de paineis decorativos (art. 1º) e de películas de controle solar (art. 2º), o termo transparência não era mencionado na disciplina das películas. Na regulamentação de 2007, o legislador pretende usar os dois termos como sinônimos, o que é tecnicamente falho.

No caput do art. 3º da Resolução 254/07, o CONTRAN indica que a transmissão luminosa deverá ser de 75% nos pára-brisas ou 70% nos demais, ficando claro o comando legislativo. No entanto, no §1º deste mesmo artigo, excluem-se deste limite os vidros traseiros e os laterais traseiros, desde que respeitem transparência mínima de 28%.

A transparência não é uma medida usual do mercado de películas. Recorrendo ao conceito técnico, que define um objeto transparente como aquele que não distorce os feixes de luz que passam através de si, veremos que mesmo as películas mais escuras possuem alto grau de transparência, por ser plenamente possível distinguir objetos ao olhar através de um vidro revestido. Além disso, embora existam aparelhos para a aferição de transmissão luminosa (luxímetro), não há como medir a transparência de um determinado objeto.

Como o legislador parece pretender que transparência e transmissão luminosa sejam sinônimos, o mercado adaptou-se para indicar as películas com 28% de transmissão luminosa para as áreas envidraçadas não indispensáveis para a dirigibilidade do veículo.

Marcação Indelével
Veja exemplos de marca d'água, chancelas e sua utlilização

Matriz 28%

Matriz 28%

Utilização em todas as áreas envidraçadas que não sejam indispensáveis à dirigibilidade do veículo, ou seja, os vidros laterais traseiros e o vidro traseiro.

Matriz 70%

Matriz 70%

Utilização em todas as áreas envidraçadas do veículo em que seja permitido instalar película com 28% de translucidez, além dos vidros laterais dianteiros.

Matriz 75%

Matriz 75%

Utilização permitida em todas as áreas envidraçadas do veículo, incluindo vidros traseiros, vidros laterais traseiros e dianteiros, bem como pára-brisas.

A Polibrako fornece máquinas chanceladoras por encomenda, no formato de alicate ou de mesa, além de matrizes avulsas para reposição. Consulte-nos!